quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aquecimento Global

O aquecimento global é uma mudança climática provocada pelo descuido humano com o planeta e alterações ocorridas em seu meio externo. Tal fenômeno ocorre devido à grande liberação de gases na atmosfera que aumenta o efeito estufa, a variação solar que potencializa a alteração da temperatura do planeta, os movimentos do planeta que influencia nas alterações climáticas, a superfície da Terra que atenua a radiação solar, a pressão atmosférica que aumenta e diminui a temperatura do ar e outros.
Como as causas dessa alteração são inúmeras, atribui-se ao efeito estufa um papel de destaque nesse processo. O efeito estufa é um mecanismo de absorção da radiação solar por parte de gases existentes na atmosfera graças à liberação desses na superfície. Esses são: metano (o principal), dióxido de carbono, óxido nitroso, clorofluorcarbonetos e óxidos de azoto.
Com o desmatamento e a queima de combustíveis fósseis que contribuem na absorção de tais gases há um grande acúmulo desses na atmosfera, o que já contribuiu para o crescimento da temperatura em 0,5º C e a elevação do nível do mar em 20 cm. Além do aumento da temperatura e do nível do mar podemos citar outras conseqüências como o degelo das calotas polares, alterações na existência de fenômenos como furacões, tsunamis, enchentes, tempestades, tornados, secas e outras alterações nas características das estações do ano, desaparecimento de cidades pelo avanço do mar, alterações agrícolas, extinção de espécies e aumento dos vetores de doenças.

Apesar de algumas causas do aquecimento do planeta ser exteriores, pode-se diminuir a utilização de combustíveis poluentes, substituir lâmpadas convencionais que geram 400 kg de dióxido de carbono por ano por fluorescentes, combater a liberação de fumaças em fábricas, reciclar o lixo produzido, manter a pressão do pneu em quantidade correta para render o combustível, deixar de utilizar o cigarro, evitar embalagens plásticas, diminuir a utilização do ar condicionado, impedir queimadas e desmatamentos, desligar aparelhos eletrônicos se não estiverem sendo utilizados e, por fim, ter consciência do problema e enfrentá-lo de modo que seja combatido.

O Brasil pode sofrer graves conseqüências diante do aquecimento global como: transformação da Amazônia em cerrado ou savana, elevação da temperatura em até 3,8ºC, elevação do mar em 0,5 m, ondas de calor e noites quentes, aumento de doenças como malária, dengue e febre amarela, água contaminada, perturbações no organismo humano decorrentes das alterações climáticas, submersão de cidades litorâneas, aparição de ciclones e furacões nas regiões Sul e Sudeste, desertificação do Nordeste, perda de metade da área cultivável brasileira, extinção de espécies aquáticas, aumento de chuvas e tempestades, desaparecimento do mangue paulista, entre outras.

Amazônia pode virar Cerrado

O WWF-Brasil alerta para as graves conseqüências do aquecimento global e do desmatamento sobre a Amazônia. De acordo com uma revisão de artigos científicos sobre o assunto, as mudanças climáticas poderiam transformar a maior parte da floresta Amazônica em Cerrado, resultando em enormes impactos sobre a biodiversidade e o clima do planeta.


A rede WWF fez uma releitura dos artigos científicos já publicados sobre a Amazônia e as mudanças climáticas e chegou à conclusão de que os efeitos das mudanças climáticas projetam um ambiente mais quente e seco, o que provavelmente levará a uma redução substancial das chuvas em grande parte da região. Essas mudanças poderiam causar alterações significativas nos tipos de ecossistemas encontrados na região - de florestas tropicais para Cerrado - e, conseqüentemente, extinção de espécies em várias partes da Amazônia.


"As mudanças climáticas se apresentam como uma nova e considerável ameaça para a floresta Amazônica e sua biodiversidade. Esses ecossistemas possuem uma grande proporção da biodiversidade mundial: 12% de todas as plantas conhecidas são encontradas na região. Portanto, ameaças a ela representam ameaças à biodiversidade como um todo", afirma Denise Hamú, Secretária-Geral do WWF-Brasil. "O mundo precisa urgentemente avaliar os riscos e as vulnerabilidades da biodiversidade perante as mudanças climáticas e integrá-las nos seus esforços de conservação" alerta Denise.


De acordo com o trabalho da Rede WWF, a combinação das atividades humanas - tais como desflorestamento e exploração irracional de madeira - com as mudanças climáticas aumenta o ressecamento do solo e da floresta, debilita e causa a morte das árvores, que acabam servindo como combustível para os incêndios florestais.


Sem medidas efetivas, o aquecimento global e o desmatamento, segundo uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), poderia converter entre 30% e 60% da floresta Amazônica em Cerrado até 2050.


O clima no noroeste da América do Sul, incluindo a região Amazônica, já sofreu alterações nesse último século. Os registros das temperaturas médias mensais mostram um aquecimento de 0,5 a 0,8º C na última década do século XX.


"Estamos correndo sérios riscos de perder boa parte da maior floresta tropical do mundo, pois, com um aquecimento de alguns graus, o processo de desertificação será irreversível", afirma Carlos Nobre, cientista do INPE e Presidente do Programa Internacional de Geosfera e Biosfera (IGBP - International Geophere-Biosphere Program).


Os efeitos das mudanças climáticas podem também alterar o status atual da Floresta Amazônica de redutor de carbono para fonte emissora do gás de efeito estufa em patamares perigosos. "O desmatamento e os incêndios florestais são já responsáveis por quase 80% das emissões brasileiras dos gases causadores do efeito estufa. Isso torna o país o quarto maior emissor de carbono do mundo", lembra Giulio Volpi, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas da rede WWF para América Latina e Caribe.


Como o Brasil foi a sede da 8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Biodiversidade (COP8), a rede WWF ressaltou que o governo deveria apresentar novas iniciativas no sentido de proteger a biodiversidade das mudanças climáticas. "A Conferência em Curitiba representa uma oportunidade internacional para que o presidente Lula anuncie um objetivo quantitativo de diminuição do desmatamento na Amazônia. Ao fazer isso, poderá reduzir maciçamente as emissões de gases de efeito estufa e ainda proteger uma das mais preciosas áreas em termos de biodiversidade", afirma Volpi.


O encontro em Curitiba representou, também, uma oportunidade única para que os países apresentem seus planos e propostas para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa devidos ao desmatamento tropical no âmbito da Convenção do Clima da ONU.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Histórico da Radioatividade

A construção do tubo de raios catódicos e a descoberta dos raios catódicos (elétrons) desencadearam a descoberta de uma nova área da física: a Radioatividade.


Nos anos seguintes à divulgação da descoberta dos raios catódicos, muitos cientistas reproduziram as experiências realizadas por J. J. Thomson, como acontecia normalmente quando se descobria algo de novo na época. Wilhem Conrad Roentgen, cujo interesse oscilava entre a física e a matemática, também realizou este experimento em seu laboratório em Würzburg, Alemanha.


Roentgen tentou observar um estranho fenômeno descrito pelo físico Philip Lenard: os raios catódicos que escapavam do tubo termiônico iluminavam uma superfície, a uma certa distância do tubo, que tinha recebido uma camada de material fosforecente. Era essa estranha fosforecência que Roentgen tentava duplicar, quando observou algo notável. Embora o tubo termoiônico de Roentgen estivesse inteiramente encerrado em papelão preto, ainda eram produzidos raios que iluminavam uma tela fosforescente fora dele. Mas o mais significativo era que esse fenômeno ocorria não importando se a superfície revestida [fosforescente], ou o outro lado, estivesse ou não voltados para o tubo de descarga. Segundo parecia, os raios eram dotados de um poder de penetração.


Roentgen imediatamente determinou que a fluorescência era causada por invisíveis raios originados de um vidro parcialmente evacuado, que Hittorf-Crookes tinham usado para estudar os raios catódios (eléctrons). Surpreendentemente, estes misteriosos raios atravessavam um papel preto e opaco colocado em frente ao tubo.
Percebendo a propriedade que estes raios tinham de atravessar materiais de densidade relativamente baixa, ele começou a realizar experiências com chapas fotográficas e descobriu que poderia usá-las para produzir fotos que eram sombras do interior dos objetos. Então, em 22 de dezembro de 1895, seis semanas após iniciar suas experiências, Roentgen usou os raios para "fotografar" a mão de sua esposa (ele fez isto para tirar a suspeita de sua esposa de que ele estaria traindo-a durante as noites em que dizia estar trabalhando.). O resultado foi uma imagem imprecisa, mas inconfundível, do esqueleto escuro da mão esquerda dela, com seus anéis fazendo um borrão escuro no quarto dedo.



Becquerel pensou em investigar se todos os corpos fosforescentes poderiam emitir raios similares. Ao investigar os materiais fosforescentes, descobriu evidências do que queria descobrir e apresentou ensaios à academia sustentando a idéia completamente falsa de que substâncias fosforescentes produziriam raios penetrantes, como os raios X.


Com esta idéia, ele iniciou suas investigações utilizando um composto à base de Urânio. Colocando o composto sobre uma chapa fotográfica, Becquerel exponha-os ao Sol por um período e, então, revelava a chapa. Assim, constatou que este material afetava a chapa de forma similar aos raios X.


Mas as investigações adicionais, de 26 e 27 de fevereiro, foram adiadas por causa do céu nublado de Paris e o Urânio, que Becquerel pretendia expor ao Sol, foi colocado em um envelope que ficou sobre a chapa dentro de uma gaveta. No primeiro dia de março, ele revelou a chapa fotográfica com a expectativa de obter uma imagem fraca e, para sua surpresa, a imagem foi clara e forte. Isto significou que o Urânio emitia radiação sem a necessidade de uma fonte de energia do tipo do Sol. Becquerel havia descoberto a Radioatividade, a espontânea emissão de radiação vinda de um material.


Depois, Becquerel demonstrou que a radiação emitida pelo Urânio compartilhava certas características como os raios X. Porém não era como os raios X, pois podia ser desviado por um campo magnético e, por essa razão, deveria ser composto por partículas carregadas. Por sua descoberta, Becquerel foi laureado, em 1903, com um Prêmio Nobel em Física.


Embora até o filho de Becquerel, Jean, tenha defendido que ele tenha "descoberto a radioatividade", não foi Becquerel quem deu esse nome ao fenômeno nem que explicou a sua origem. O físico Jean Perrin, olhando retrospectivamente para a história da radioatividade, notou que Becquerel foi "um prisioneiro da hipótese que lhe servira tão bem, inicialmente (de que todos os materiais fosforescentes emitiam algum tipo de radiação)". Antes que os raios de urânio pudessem ser entendidos, "um segundo grande passo teria de ser dado."


Após a divulgação das estranhas emissão de radiação vinda de alguns materiais, houve um pequeno período de grande interesse por este fenômeno e um intervalo de cinco anos sem maiores estudos. Até que, ao iniciar os estudos para obter seu doutorado, Marie Sklodowska-Curie interessou-se pelo fenômeno observado por Becquerel. A relativa negligência de Becquerel com relação aos raios uma das razões que fizeram Marie Curie decidir estudá-los, além de ser um excelente assunto para ser apresentado como tese de doutorado.


Marie e seu marido, Pierre, souberam desta estranha emanação e que ela ionizava o ar à volta do material. Sendo Pierre um mecânico telentoso, que preferia fazer sua própria aparelhagem (e o descobridor da piezoeletricidade: eletricidade obtida através de alta pressão em cristais), desenvolveram um método com o qual poderiam medir o quanto era radioativo uma amostra de material com relação a outra.


Através de seus trabalhos, Marie e Pierre descobriram e divulgaram a radioatividade de determinados materiais. Com esta descoberta muitas pessoas se interessaram pelas pesquisas neste campo. Destre estas pessoas, estava Ernest Rutherford, pupilo de J.J. Thomson.


Na época haviam duas teorias correntes: o ponto de vista corpuscular, ou atomístico, sustentava que a matéria era descontínua, composta por partículas distintas, extremamente pequenas. O outro ponto de vista postulava um éter contínuo, uma espécie de cola, que mantinha tudo junto e que existia, nas maiorias das versões, numa outra dimensão imprecisa.


Na época, pensar na teoria de Thomson seria sugerir que os elementos não são, em si, elementares. Isto, para a mente de Mendeleiev, era algo parecido com a alquimia.


Em seu primeiro ensaio escrito, Rutherford observou que as substâncias radioativas têm alto peso atômico e sua radioatividade parece ser independente de estados químicos (implicando atividade em altos níveis).


Com isto, não estava-se muito longe de responder como a radioatividade estava ligada à composição atômica. O que confundia era o fato de não haver fonte para a emissão desta energia.
Para compreender a explicação de Rutherford sobre a radioatividade, era preciso um salto de imaginação muito grande com relação a qualquer uma das duas explicações já existentes. Radioatividade é uma manifestação da desintegração dos núcleos atômicos. Quando o rádio emite radiação, está enviando partículas subatômicas: minúsculos elétrons e partículas maiores (embora extremamente pequenas) com cargas positivas, que hoje sabemos serem núcleos de hélio, bem como raios gama (onda eletromagnética de comprimentos de onda muito mais curtos do que a luz visível). Todos os elementos mais pesados, com se verifica, são inerentemente instáveis e se acham em contínua transmutação. Um átomo de urânio ou rádio repetidamente altera a si mesmo, algumas vezes após segundos ou minutos e, em outras vezes, após milhares de anos. Agora chamamos este processo de "decadência" e temos um conhecimento detalhado de cadeias de decadência. Por exemplo:


Urânio > Tório > Rádio > Radônio > Polônio > Chumbo


Como o decaimento era lento na maioria dos elementos que os Curie trabalhavam, e como a energia disponível no núcleo era enorme, os Curie e outros não conseguiram detectar qualquer mudança. E na verdade a mudança, a transmutação, é que causa a radiação.


Em 1903, os Curie e Becquerel deram contribuições decisivas, bem como também alguns pesquisadores alemães. Mas os grandes saltos teóricos da transmutação foram dados pelos britânicos e, particularmente, por Ernest Rutherford.


O primeiro passo foi dado por seu mentor, Thomson, quando propôs o elétron (1897). Em 1899, ele publicou um ensaio, onde afirmava o fato de que as emisões radioativas são compostas de ,no mínimo, dois tipos diferentes de "raios" (raios beta, que penetram através de grossas barreiras; e os raios alfa, que levavam uma carga bem maior mas não atravessavam nem mesmo uma fina barreira ).


Tempos depois, Pierre, Marie e Becquerel fizeram ensaios nos quais mostraram que os raios beta eram, de fato, idênticos às partículas com cargas negativa de Thomson.


Por suas investigações na desintegração dos elementos e a química das substâncias radioativas, Ernest Rutherford recebeu, em 1908, um prêmio Nobel de Química.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ISOMERIA

1- Definição
Isomeria é o fenômeno de dois ou mais compostos apresentarem a mesma fórmula molecular (F.M.) e fórmulas estruturais diferentes.

Os compostos com estas características são chamados de isômeros (iso = igual; meros = partes).

Vamos estudar dois casos de isomeria: a isomeria plana e a isomeria espacial.

2- Isomeria Plana
Isômeros planos são os que diferem pelas fórmulas estruturais planas.

Existem vários tipos de isômeros planos:

2.1- Isomeria de Cadeia
São isômeros pertencentes a uma mesma função química com cadeias carbônicas diferentes.

- Cadeia normal X cadeia ramificada
Exemplo: F.M. C4H10 – n-butano e metilpropano.

- Cadeia aberta insaturada X cadeia fechada saturada
Exemplo: F.M. C3H6 – propeno e ciclopropano.

- Cadeia aberta insaturada X cadeia fechada insaturada
Exemplo: F.M. C3H4 – propino e propadieno e ciclopropeno.

- Cadeia homogênea X cadeia heterogênea
Exemplo: F.M. C2H7N – etilamina e dimetilamina.

2.2- Isomeria de Posição
São isômeros de mesma função química, de mesma cadeia carbônica e que diferem pela posição de um grupo funcional, radical ou insaturação.

- Diferente posição de um radical
Exemplo: F.M. C6H14 – 2-metilpentano e 3-metilpentano.

- Diferente posição de um grupo funcional
Exemplo: F.M. C3H8O – 1-propanol e 2-propanol.

- Diferente posição de uma insaturação
Exemplo: F.M. C4H8 – 1-buteno e 2-buteno.

2.3- Isomeria de Função
Os isômeros de função pertencem a funções diferentes.

Os três casos de isomeria funcional são:

- Álcool e Éter → CnH2n+2O
- Aldeído e Cetona → CnH2nO
- Ácido e Éster → CnH2nO2

Exemplos:
- F.M. C2H6O – etanol e metoximetano;
- F.M. C3H6O – propanal e propanona;
- F.M. C3H6O2 ácido propanóico e etanoato de metila.

2.4- Isomeria de Compensação ou Metameria
São isômeros de mesma função química, com cadeias heterogêneas, que diferem pela localização do heteroátomo nas cadeias.

Exemplos:
- F.M. C4H10O – metoxipropano e etoxipropano;
- F.M. C4H11N – metil-propilamina e dietilamina.

2.5- Tautomeria ou Isomeria Dinâmica
É um caso particular de isomeria funcional, pois os isômeros pertencem a funções químicas diferentes, com a característica de um deles ser mais estável que o outro.

Os isômeros coexistem em solução aquosa, mediante equilíbrio dinâmico no qual um isômero se transforma em outro pela transposição intramolecular simultânea de um átomo de hidrogênio e uma dupla ligação.

Exemplos:










3- Isomeria Espacial
Neste caso, os isômeros têm a mesma fórmula molecular e fórmula espacial diferente. Existem dois casos de isomeria espacial: Geométrica ou Cis – Trans e Óptica.

4- Isomeria Geométrica
Um composto apresenta isomeria geométrica ou cis-trans quando:

a) tiver dupla ligação carbobo-carbono, e

b) tiver ligantes diferentes a cada carbono da dupla ligação.

Os isômeros cis e trans diferem pela fórmula espacial. No isômero cis, os ligantes iguais ficam do mesmo lado do plano da dupla ligação. No isômero trans, os ligantes iguais ficam em lados opostos ao palno da dupla.Exemplo:
4.1- Condições para ocorrer isomeria geométrica em compostos de cadeia fechada (Bayeriana)Em pelo menos dois átomos de carbono do ciclo, devemos encontrar dois ligantes diferentes entre si.Exemplo:

5- Propriedades físicas e químicas dos isômeros geométricos

Os isômeros cis-trans apresentam propriedades físicas diferentes.As propriedades químicas dos isômeros cis-trans são iguais.

6- Isomeria Óptica

É um caso de isomeria espacial cujos isômeros apresentam a propriedade de desviar o plano de vibração da luz polarizada. 6.1- Condições:I- carbono assimétrico (C*)II- assimetria molecular (S) 6.2- Carbono Assimétrico (C*) ou QuiralUm carbono é assimétrico quando as quatro valências ou os quatro radicais forem diferentes.Exemplo:

6.3- Luz NaturalApresenta ondas eletromagnéticas em infinitos planos de vibração.
6.4- Luz PolarizadaÉ a luz que apresenta ondas eletromagnéticas vibrando num único plano.
6.5- Substâncias Opticamente Ativas (SOA)São as substâncias que desviam o plano de vibração da luz polarizada.
6.6- Substâncias Opticamente Inativas (SOI)São as que não desviam o plano de vibração de luz polarizada.
6.7- Substâncias DextrogirasSão as substâncias que desviam o plano da luz polarizada para a direita.
6.8- Substâncias LevógirasSão as substâncias que desviam o plano da luz polarizada para a esquerda.
6.9- Substâncias com 1 carbono AssimétricoToda substância que apresenta um carbono assimétrico tem dois isômeros espaciais: um dextrógiro e um levógiro.

Existem dois ácidos láticos espacialmente diferentes: o ácido lático dextrógiro e o levógiro. Enantiomorfos são isômeros cujas moléculas se comportam como objeto e imagem (antípodas ópticos).A mistura de dois enantiomorfos em proporções equimolares ou equimoleculares é chamada de racêmico.Aumentando o número de átomos de carbono assimétricos, temos um maior número de moléculas espacialmente diferentes.

6.10- Substâncias com dois átomos de carbono assimétricos diferentesTeremos quatro moléculas espacialmente diferentes: duas dextrógiras e duas levógiras.Exemplo:

SOA = 2n, sendo n o número de carbonos quirais.

SOI = 2n-1, isômeros racêmicos.

Portanto, na estrutura acima temos 2 dois carbono quirais (C*), então:

SOA = 2n = 22 = 4 isômeros ativos (d1l1 e d2l2)

SOI = 2n-1 = 22-1 = 2 racêmicos (r1,r2)

6.11- Substâncias com 2 átomos de carbono assimétricos iguaisTeremos 3 moléculas espacialmente diferentes: uma dextrógira, uma levógira e uma opticamente inativa chamada MESO

Neste caso teremos 4 isômeros:

SOA = dextrógira e levógira

SOI = recêmico e meso

O meso é inativo devido a uma compensação interna.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os conteúdos ministrados no ensino médio, e sem a possibilidade de comparação das notas de um ano para outro. A proposta é reformular o Enem para que o exame possa ser comparável no tempo e aborde diretamente o currículo do ensino médio. O objetivo é aplicar quatro grupos de provas diferentes em cada processo seletivo, além de redação. O novo exame será composto por perguntas objetivas em quatro áreas do conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes será composto por até 50 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias.

Por que mudar o Enem?

A grande vantagem que o MEC está buscando com o novo Enem é a reformulação do currículo do ensino médio. O vestibular nos moldes de hoje produz efeitos insalubres sobre o currículo do ensino médio, que está cada vez mais voltado para o acúmulo excessivo de conteúdos. A proposta é sinalizar para o ensino médio outro tipo de formação, mais voltada para a solução de problemas. Outra vantagem de um exame unificado é promover a mobilidade dos alunos pelo País. Centralizar os exames seletivos é mais uma forma de democratizar o acesso a todas as universidades.

Por que fazer o Enem 2009?

A média de desempenho obtida no Enem será imprescindível para pleitear uma vaga nas instituições de ensino superior que adotarem o exame como ferramenta de seleção, de maneira integral ou parcial. Além disso, o Enem continua a servir como referência para uma auto-avaliação sobre o ensino médio e qualidade do ensino, e sua nota continuará a ser critério de seleção de bolsas de estudo no Programa Universidade para Todos (ProUni).

Quem poderá participar do Enem 2009?

O Enem é voluntário, e podem participar alunos que concluem o ensino médio em 2009 ou aqueles que concluíram em anos anteriores.

É recomendável aos alunos que ainda não vão concluir o ensino médio neste ano fazer o Enem 2009?

Não. O Enem foi criado especificamente para os estudantes que estão no último ano ou que já concluíram o ensino médio. O Ministério da Educação aconselha que os alunos prestem o exame no período mais adequado, que é o ano de conclusão desse nível de ensino. Alunos de outras séries sempre terão oportunidade de se preparar para a prova analisando as edições anteriores do exame, que ficarão disponíveis na página do Inep/MEC imediatamente após sua aplicação.

Como serão as inscrições para o Enem 2009?

A logística de inscrições para o Enem 2009 ainda não está definida. A proposta inicial para o período de inscrições é de 15 de junho a 17 de julho.

Qual a taxa para inscrição no Enem 2009?

Alunos concluintes do ensino médio em escolas públicas se inscrevem ao Enem gratuitamente. Também são isentos de pagar taxa estudantes carentes da rede privada e estudantes que finalizaram os estudos em anos anteriores, desde que declarem situação de carência. Nas demais situações, o valor da taxa de inscrição é 35 reais, como no ano passado.

Qual o cronograma do Enem 2009?

As datas inicialmente previstas são:

Inscrições: 15 de junho a 17 de julho

­Realização da prova: 3 e 4 de outubro de 2009

Divulgação dos resultados das quatro provas de múltipla escolha: 4 de dezembro de 2009

Divulgação do resultado final, incluindo a redação: 8 de janeiro de 2010

Quem vai elaborar a nova prova do Enem 2009?

As provas do Enem sempre são elaboradas por especialistas do Inep, e assim também será em 2009. A elaboração exige domínio da tecnologia em avaliação educacional empregada, que é especializada e complexa, e na qual o Inep possui experiência de mais de dez anos – Teoria da Resposta ao Item (TRI). As diretrizes dessa prova – isto é, objetivos, conteúdos, enfim, o desenho – é que serão definidas pelo Comitê de Governança.

O que é o Comitê de Governança e quais suas atribuições no novo Enem?

A pedido da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), foi criado um Comitê de Governança. O Comitê tem entre suas responsabilidades discutir e acompanhar a elaboração do novo Enem e seu impacto no currículo do ensino médio. Fazem parte do Comitê de Governança representantes do Inep, do Ministério da Educação, da Andifes e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). As principais dúvidas e sugestões sobre o Novo Enem estão sendo estudadas em reuniões desse Comitê.

Como será a prova?

O novo exame será composto por testes em quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes será composto por no máximo 50 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias. O Inep/MEC já divulgou o conjunto de habilidades exigidas em cada área de conhecimento e os conteúdos específicos do currículo associados a elas. Veja aqui.

Qual será o tempo de duração das provas?

A proposta inicial é de até duas horas e meia para a realização das provas objetivas de cada área, e uma hora e meia para a redação.

As disciplinas abordadas pela prova do Enem terão pesos diferentes?

A prova do Enem trará quatro notas diferentes, uma para cada área do conhecimento avaliada. Não haverá diferenciação dos pesos. O que pode ocorrer é que, nos processos seletivos, as instituições utilizem pesos diferenciados entre as áreas para classificar os candidatos, de acordo com os cursos pleiteados.

As questões da prova terão pesos diferentes?

A nova prova do Enem será estruturada na metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI), que garante a comparabilidade das notas entre diferentes edições a partir da calibração do grau de dificuldade das questões. Dessa forma, diferentemente dos anos anteriores, as questões da prova do Enem serão distribuídas em graus diferenciados de complexidade. Isso significa que, no cálculo final da nota em cada área, as questões mais difíceis valem mais que as questões menos complexas.

Haverá questões regionais na prova do Enem?

Não. Nenhum exame do Inep/MEC contempla questões regionais. Todas as avaliações, como a Prova Brasil / Saeb, Enem etc., têm caráter nacional e devem garantir iguais condições de participação entre estudantes de qualquer lugar do País. Conteúdos regionais poderiam prejudicar estudantes entre as regiões diversas.

O Enem sempre foi uma avaliação diferenciada por priorizar a interpretação dos alunos em vez da chamada "decoreba". Essa característica será mantida?

Sim. A prova do Enem se diferencia das demais por ser estruturada em habilidades, incentivando o raciocínio e trazendo questões que medem o conhecimento dos alunos por meio de enfoque interdisciplinar. A nova prova vai manter essa característica, agregando às habilidades medidas um conjunto de conteúdos formais mais diretamente relacionado ao que é ministrado no ensino médio. Mas sem abandonar as questões contextualizadas, que exigem do estudante a aplicação prática do conhecimento, e não a mera memorização de informações.

Uma pessoa que não for bem no Enem 2009 terá a chance de fazer outra prova e melhorar a sua nota?

Sim, o aluno pode fazer o Enem quantas vezes quiser, mesmo que tenha concluído o ensino médio já há alguns anos.

Haverá mais de uma edição do Enem por ano?

A proposta inicial é a de que o Enem seja oferecido duas vezes por ano. O Enem 2009 será aplicado nos dias 3 e 4 de outubro, e uma nova edição deverá ser aplicada em março ou abril de 2010.

Como estudar para o novo Enem? Alunos que já estão se preparando para o vestibular tradicional serão prejudicados?

O novo Enem é estruturado levando em conta os conteúdos ministrados no ensino médio. A inovação é na forma de abordagem desses conteúdos, com foco no conjunto de habilidades que o aluno deve ter ao final do ensino médio, e não na mera acumulação de fórmulas e informações desvinculadas da aplicação. Ou seja, uma prova que valorize mais o raciocínio e não a chamada “decoreba”. Portanto, quem vem se preparando para uma prova tradicional de seleção e para o antigo Enem está preparado para o novo Enem.

A nova prova do Enem vai trazer questões sobre língua estrangeira?

O Comitê de Governança definiu que o Enem 2009 não trará questões de língua estrangeira. A partir da próxima edição da prova isso será abordado, e já consta da matriz de habilidades e conteúdos associados do Enem 2009.

O Inep/MEC vai disponibilizar um simulado com questões do novo Enem?

Sim. A previsão é que sejam disponibilizadas questões-modelo do novo Enem antes da aplicação da prova, em data a ser definida.

O Inep/MEC continuará a divulgar os resultados do Enem por escola?

Sim. Não está prevista nenhuma alteração na divulgação dos resultados dos alunos no Enem, por escola.

Para fazer o Enem o interessado já deve ter decidido o curso ou instituição onde pretende prestar o vestibular?

Não. As inscrições para o novo Enem devem começar já em junho, e a prova será realizada em outubro. Os processos seletivos das instituições de ensino superior só devem iniciar-se em meados de dezembro. Na inscrição para o processo seletivo é que o aluno decide a qual curso quer concorrer.

O SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA

Como será o sistema de seleção unificada?

O candidato a uma vaga no ensino superior poderá concorrer a cinco cursos ou instituições, mas apenas naquelas universidades que adotarem o Enem como única forma de ingresso. As instituições que optarem utilizar o Enem como única avaliação para selecionar os ingressantes participarão de um Sistema de Seleção Unificada, informatizado e online. Nesse sistema, as universidades informarão quantas vagas têm disponíveis para cada curso, e qual é o peso que cada uma das grandes áreas do conhecimento terá na nota final do aluno – linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação e língua estrangeira); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. O aluno que participou do Enem 2009 se inscreve no sistema, que calculará sua nota final, já com os pesos estabelecidos, e o aluno poderá simular inscrição em até cinco cursos ou instituições, durante todo o período em que o sistema ficar disponível na Internet. Caso a universidade decida utilizar o Enem como segunda fase ou com a nota do Enem agregada à nota de um vestibular próprio, a instituição deverá decidir e publicar as regras de inscrição e participação em seus editais. O Sistema de Seleção Unificada só será utilizado pelas instituições que escolherem o Enem como única forma de seleção.

A universidade que optar pelo Enem apenas na primeira fase da seleção pode participar do sistema de vestibular unificado?

Não. O Sistema de Seleção Unificada, informatizado e online, será aberto apenas às instituições/cursos que optarem por usar o Enem como fase única ou para preencher as vagas remanescentes ao fim da sua seleção.

Todas as instituições federais utilizarão o novo Enem como forma de seleção?

A expectativa do MEC é que todas instituições federais adotarão de alguma forma o novo Enem como seleção. Esse processo está sendo construído em parceria pelo Ministério da Educação, universidades, comunidade acadêmica e os gestores estaduais, sempre levando em conta a autonomia das universidades e das redes. O Comitê de Governança do novo Enem definiu o prazo de três anos para a consolidação do processo de seleção unificada. Nesse período, as instituições poderão compatibilizar o novo formato de seleção com as políticas afirmativas já adotadas pelas universidades e com outras modalidades de seleção. São quatro as possibilidades de se utilizar a nota do Enem: como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular. Cada IES divulgará em seus editais em qual formato participará em cada curso. O Comitê também definiu que, durante o período de implementação do sistema, um grupo de pesquisa constituído pelo Inep monitorará a migração das instituições federais de ensino superior para o novo processo seletivo. A proposta é avaliar as mudanças ocasionadas pelo novo método de ingresso dos alunos e, nos casos em que for necessário, propor adequações e aperfeiçoamentos ao sistema.

As Universidades são obrigadas a utilizar o novo Enem de alguma forma?

Não. As universidades têm total autonomia para escolher qual é a ferramenta de seleção para acesso a seus cursos.

Tecnicamente, as mudanças na prova do Enem garantirão a comparabilidade das notas entre diferentes edições. Por quanto tempo valerá a nota do aluno para concorrer a uma vaga nos processos seletivos?

Essa é uma decisão ainda pendente, a ser tomada em conjunto com o Comitê de Governança.

Qual é o prazo final para as universidades federais decidirem se vão aderir ao novo Enem para os processos seletivos do ano de 2009?

O MEC anuncia até o fim deste mês quais as universidades federais adotarão o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de ingresso. As universidades que utilizarão o exame como fase única de seleção deverão se manifestar até o dia 20 de maio. Essa data foi estabelecida pelo Comitê de Governança. Vencido o prazo, será realizada uma reunião entre os reitores dessas universidades e o Comitê, para o aperfeiçoamento das regras do Sistema de Seleção Unificada.

Quem já terminou o ensino médio há muito tempo pode fazer o Enem e participar do vestibular unificado?

Sim, o Enem continua sendo uma prova voluntária, aberta a todos os concluintes ou egresso do Ensino Médio.

Após o resultado do Enem, o vestibulando pode mudar a opção de curso?

Em qualquer uma das quatro possibilidades de se usar o Novo Enem como ferramenta de seleção para as universidades, o candidato só escolherá o curso depois do resultado do Enem.

Por que aplicar o novo modelo em 2009, já que algumas instituições já haviam inclusive elaborado o edital relativo ao próximo vestibular?

O MEC trata a implantação do novo Enem como uma ação educacional prioritária, por isso programou a realização do exame para o segundo semestre deste ano. As mudanças ocorrerão de forma gradativa e as instituições foram convidadas para participar da elaboração do novo sistema, inclusive, compondo o Comitê de Governança, instância decisória em relação à nova prova. E embora o novo Enem seja aplicado ainda este ano, as instituições terão tempo hábil para optar pela forma de adesão, parcial ou integral, sem que haja maiores prejuízos
NOVO ENEM

Norte
1 – Universidade Federal da Amazônia (UFAM) – A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo. As outras 50% serão preenchidas por meio de avaliação seriada. O Enem também será usado para preencher vagas remanescentes.
2- Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – Não utilizará o Enem nos processos seletivos de 2009 e 2010.
3 – Universidade Federal do Acre (UFAC) – Em fase de decisão
4 – Universidade Federal de Roraima (UFRR) – Em fase de decisão
5 – Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Em fase de decisão
6 – Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Em fase de decisão
7 – Universidade Federal do Pará (UFPA) – Em fase de decisão
8 – Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) – Em fase de decisão

Região Centro-Oeste
1 - Universidade de Brasília (UnB) – Adotará o Enem no segundo vestibular de 2010. A modalidade a ser empregada será decidida este ano.
2 - Universidade Federal de Goiás (UFG) – Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do seu processo seletivo. Outras propostas de uso do Enem estão em discussão.
3 - Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) - Aprovado em 1a fase para 2009.
4 - Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) – Em 2009, adotará o Enem como 1a fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. Em 2010, adotará como fase única.
5- Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD) - Em 2009, adotará o Enem para o preenchimento de vagas remanescentes do vestibular. A instituição analisa a possibilidade de usar o exame para preencher parte das vagas ou todas em 2010.

Região Sudeste
1 – Universidade Federal do ABC (UFABC) – Adotará Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes
2 – Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) – Em fase de decisão
3 – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Todos os cursos adotarão Enem pelo menos como 1a fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.
4 – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – O Enem será utilizado como fase única, já em 2009, para preencher 50% das vagas do processo seletivo e para as vagas remanescentes. A outra metade será preenchida por meio do vestibular seriado (nesta modalidade, a 3a etapa do vestibular seriado é a nota do Enem).
5 – Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Adotará Enem como 1a fase em 2010.
6 – Universidade Federal de Viçosa (UFV) – A partir de 2009, o Enem comporá 50% da
nota final do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas
remanescentes.
7 – Universidade Federal Fluminense (UFF) – O Enem será utilizado para compor parte da nota da 1a fase. A nota do Enem também servirá como bônus de 10% a 15% para compor a nota da segunda fase de alunos das redes públicas.
8 – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Adotará o Enem como fase única já em 2009 e para o preenchimento das vagas remanescentes.
9- Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Aprovado em 1a fase para 2009
10- Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL) – Adotará o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes
11 – Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) – Em fase de decisão
12 – Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) – Adotará o Enem como 1a fase já em 2009.
13 - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) – O aluno poderá optar entre usar a
nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional. Utilizará o Enem para as vagas remanescentes.
14 – Universidade Federal de Lavras (UFLA) – O Enem será utilizado como fase única. A instituição também manterá o processo seriado de ingresso, em que a nota do Enem compõe a 3a fase, além de utilizar o exame para as vagas remanescentes.
15 – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Em fase de decisão para o processo seletivo de 2011.
16 – Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Já adota o Enem como 50% da nota da prova de Conhecimentos Gerais da 1a fase. Em fase de decisão para o processo seletivo de 2010.
17- Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) - 10% a 25 % das vagas (percentual em discussão) serão preenchidas pelo Enem, como fase única. Os alunos que quiserem poderão usar a nota para a primeira fase do processo seletivo. O exame será usado também para preencher as vagas remanescentes.
18 – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) - Adotará o Enem como fase única e para preencher vagas remanescente já em 2009.
19 – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Adotará o Enem como primeira fase.

Região Sul
1. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – (UFRGS): Em fase de decisão
2. Universidade Federal do Rio Grande – (FURG): Adotará o Enem como parte da nota (50%) e para vagas remanescentes;
3. Universidade Federal de Pelotas – (UFPEL): Adotará o Enem em fase única e para as vagas remanescentes a partir de 2009;
4. Universidade Federal de Santa Catarina – (UFSC): Em fase de decisão
5. Universidade Federal do Paraná (UFPR): Em fase de decisão
6. Universidade Federal de Santa Maria (UFSM): Em fase de decisão
7. Universidade Tecnológica Federal do Paraná – (UTFPR): Adotará o Enem em fase única e discute adotar para vagas remanescentes;
8. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre – (UFCSPA): Adotará o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009.
9. Universidade Federal do Pampa – (UNIPAMPA): Adotará o Enem em fase única a partir de 2010 e discute adotar para vagas remanescentes;

Região Nordeste
1- Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF: Adotará o Enem em fase única e para vagas remanescentes a partir de 2009. 50% das vagas serão reservadas para estudantes de escola pública.
2 - Universidade Federal da Bahia – (UFBA): Adotará fase única para os quatro cursos de Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia. Está em discussão o preenchimento de vagas remanescentes.
3- Universidade Federal do Maranhão – (UFMA): Adotará o Enem em fase única e para vagas remanescentes a partir de 2009.
4. Universidade Federal de Sergipe – (UFS): Em fase de decisão.
5. Universidade Federal do Piauí – (UFPI): Adotará fase única para 50 % das vagas de todos os cursos e para preencher vagas remanescentes a partir do processo de 2009.
6. Universidade Federal de Pernambuco – (UFPE): Adotará o Enem para 1a fase. Está em discussão o preenchimento de vagas remanescentes;
7. Universidade Federal Rural de Pernambuco – (UFRPE): Adotará o Enem em fase única e vagas remanescentes a partir de 2009.
8. Universidade Federal do Ceará – (UFC): Em fase de decisão
9. Universidade Federal da Paraíba – (UFPB): Em fase de decisão
10. Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (UFERSA): Adotará o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009;
11. Universidade Federal do Rio Grande do Norte – (UFRN): Em fase de decisão
12. Universidade Federal de Alagoas – (UFAL): Em fase de decisão.
13. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – (UFRB): Em fase de decisão.
14. Universidade Federal de Campina Grande – (UFCG): Em fase de decisão.

Universidades Novas (PLs em tramitação no Congresso Nacional)
1.Universidade Federal da Integração Latino-Americana-UNILA: Adotará o Enem em fase única. A operacionalização do processo está em discussão;
2. Universidade Federal da Integração Amazônica – UNIAM: Adotará o Enem em fase única;
3. Universidade Luso Afro-Brasileira- Universidade-UNILAB: Adotará o Enem em fase única. A operacionalização do processo está em discussão;
4. Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS: Adotará o Enem em fase única. Aluno de escola pública terá bônus.

terça-feira, 3 de março de 2009

NÚMERO DE OXIDAÇÃO

- Exercicios -

01) (CESGRANRIO) Assinale, entre as opções abaixo, a fórmula do composto no qual o fósforo está no maior estado de oxidação:
a) H3PO3 b) H2PO3 c) H3PO2 d) H4P2O5 e) HPO3

02) (CESGRANRIO) Dado o grupo de compostos clorados apresentados a seguir, os números de oxidação do Cl são, respectivamente:
KClO4 Mg(ClO3)2 NaClO AlCl3 Cl2
a) +7, +6, +2, +1, 0 d) +5, +3, +1, -3, 0
b) +7, +5, +1, -1, 0 e) +3, -3, +1, -1, 0
c) +7, +5, -1, -1, -1

03) (FUVEST) Na reação de óxido-redução:
H2S + I2 S + 2HI
as variações dos números de oxidação do enxofre e do iodo são, respectivamente:
a) +2 para zero e zero para +1. d) zero para -1 e -1 para zero.
b) zero para +2 e +1 para zero. e) -2 para zero e zero para -1.
c) zero para -2 e -1 para zero.

04) (VUNESP) Os números de oxidação do nitrogênio nos compostos Na3N, NH4Cl, KNO2 e Ca(NO3)2 são, respectivamente:
a) -1, +5, +2, +5 d) +3, -4, +1, +3
b) +3, +1, -5, -3 e) nenhuma das alternativas anteriores.
c) -3, -3, +3, +5

05) (VUNESP) Os números de oxidação do crômio e do manganês nos compostos CaCrO4 e K2MnO4 são, respectivamente:
a) +2 e +2 b) -2 e -2 c) +6 e +7 d) +6 e +6 e) -6 e -6

06) (UFRN) Os números de oxidação do enxofre nos compostos H2S, H2SO4, SO2 são, respectivamente:
a) 0, +6, +4 d) -1, +4, +2
b) +2, -6, -4 e) +1, -6, -2
c) -2, +6, +4

07) (FESP-PE) O alúmen de ferro amoniacal é um sal duplo de fórmula Fe2(SO4)3 . (NH4)2SO4 . 24H2O. O número de oxidação do nitrogênio neste composto é:
a) +2 b) +3 c) -3 d) +5 e) -5

08) (PUC-SP) Escolha a espécie na qual o oxigênio possui número de oxidação -1:
a) H3O+ b) H2O c) K2O d) H2O2 e) NO3-

09) (UnB-DF) Os estados de oxidação do manganês nos óxidos MnO, MnO2, Mn2O7 são respectivamente:
a) +2, +3, +9 c) +2, +4, +7
b) -2, -4, -7 d) +2, +4, +14

10) (UECE) A soma algébrica dos números de oxidação do iodo nas seguintes substâncias NaIO, NaI, NH3IO3 e I2 é:
a) 3 b) 4 c) 6 d) 5

11) (SANTA CASA-SP) Nos íons NH4+ e NH2-, os números de oxidação do nitrogênio são respectivamente:
a) +1 e -1 b) -3 e -3 c) +3 e +3 d) -4 e +2 e) +4 e -2

12) (ITA-SP) O número de oxidação do halogênio nas espécies químicas HF, HBrO2, HIO3, ClO3 e ClO4- é respectivamente:
a) -1, -4, -6, -6, -7 d) +1, -3, -5, -6, -7
b) -1, +3, +5, +6, +7 e) -1, +3, +6, +6, +7
c) +1, +2, +3, +3, +4

13) (MACK-SP) O número de oxidação do P, N, O, Mn, marcados nas substâncias abaixo, é respectivamente:
Ca3(PO4)2 ; Zn(NO2)2 ; H2O2; KMnO4
a) +3, +6, -2, -2 d) +5, +2, -1, +3
b) +4, +1, 0, +6 e) +10, +6, -2, +2
c) +5, +3, -1, +7

14) (VUNESP-SP) Os números de oxidação do crômio e do manganês nos compostos CaCrO4 e K2MnO4 são, respectivamente:
a) +2 e +2 b) -2 e -2 c) +6 e +7 d) +6 e +6 e) -6 e -6

15) (UNICAP-PE) No íon nitrato (NO3)- o número de oxidação do nitrogênio vale:
a) -1 b) -2 c) +1 d) +5 e) +6